2026: avançar para o futuro competitivo ou seguir preso nos gargalos do presente?
- paulo4508
- 26 de jan.
- 1 min de leitura

Por Julio Lopes* e Tatiana Ribeiro* -
Então é Natal. E o que você fez? A música da Simone ecoa todo dezembro, época em que fazemos balanços pessoais, profissionais e empresariais. Mas e quando aplicamos esse olhar ao Brasil? Conseguimos medir se avançamos e enxergar com clareza o que ainda falta fazer?
Sim. O Brasil de hoje cresce, mas ainda não na velocidade necessária. Vemos lampejos de progresso, mas eles surgem isolados: um setor aqui, um programa ali. Não há uma estratégia nacional consistente para transformar nosso potencial de competitividade em um caminho de desenvolvimento sustentável.
A infiltração do crime organizado em setores como combustíveis, energia, telecomunicações, bebidas, cigarros, entre outros, mostrou que a segurança pública é variável econômica.
Quando as facções definem preços e fluxos de capital, o livre mercado deixa de existir. Iniciativas como o Devedor Contumaz, a PEC da Segurança, o PL Antifacção e a criação de um Operador Nacional dos Combustíveis não representam apenas rigor penal, mas a defesa da competitividade.
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